Foto: Beth Kanter 62,3 milhões de internautas segundo o Ibope Nielsen Online em Junho de 2009[1]. Em junho de 2008, o Ibope/NetRatings contabilizava 41,5 milhões[2], mas não contava o acesso no trabalho, que agora passou a incluir. Devido à essa diferença de metodologia, nesta época o DataFolha já contabilizava 64,5 milhões de usuários[3], mas, ainda assim, ambos os institutos consideram apenas os internautas maiores de 16 anos. Nas áreas urbanas, 44% da população está conectada à internet[4]. 97% das empresas brasileiras estão conectadas à internet[5].
25,6 milhões acessam regularmente a Internet de casa, número que sobe para 33,1 milhões se considerados também os acesso do trabalho (jun/2009)[6]. 38% das pessoas acessam à web diariamente; 10% de quatro a seis vezes por semana; 21% de duas a três vezes por semana; 18% uma vez por semana. Somando, 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente[2]. Segundo Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings, o ritmo de crescimento da internet brasileira é intenso. A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais.[7].
Tempo de navegação por pessoa
País
Total
Apenas sites
Brasil
69h55m
44h59m
Japão
68h14m
33h03m
EUA
65h10m
40h30m
França
62h14m
34h59m
Reino Unido
59h10m
36h20m
Espanha
54h45m
32h45m
Alemanha
54h24m
29h41m
Itália
46h02m
27h50m
Austrália
42h15m
23h45m
Suiça
33h44m
18h48m
Desde que esta métrica foi criada, o Brasil sempre obteve excelentes marcas, estando constantemente na liderança mundial. Em junho de 2009, o tempo foi de 44 horas e 59 minutos, considerando apenas a navegação em sites. O tempo sobe para 69h55m se considerar o uso de aplicativos on-line (MSN, Emule, Torrent, Skype etc)[8]. Compare com outros países na tabela ao lado. Se considerado apenas o acesso residencial, o Brasil bateu um novo recorde em junho de 2009: 27 horas e 48 minutos. Os tempos anteriores são: 26h15m (mar/09), 25h43m (fev/09), 24h49m (jan/09), 22h50m (dez/08), 23h47m (nov/08) e 24h41m (out/08).
No primeiro semestre de 2008, as compras on-line somaram R$ 3,8 bilhões (45% mais do que igual período de 2007)[9]. O ano fechou em R$ 8,2 bilhões (crescimento de 30% na comparação com 2007), gastos por 13 milhões de e-consumidores. A previsão para o primeiro semestre de 2009 é de R$ 4,5 bilhões[10].
A internet se tornou o terceiro veículo de maior alcance no Brasil, atrás apenas de rádio e TV[11]. 87% dos internautas utilizam a rede para pesquisar produtos e serviços[12]. Para comprar, 90% dos consumidores confiam nas sugestões de pessoas conhecidas, enquanto 70% confiam na opinião expressas online[13].
São 60 milhões de computadores em uso, segundo a FGV, devendo chegar a 100 milhões em 2012[14]. 95% das empresas brasileiras possuem computador[15].
Foto: Declan JewellAtingimos 10,04 milhões de conexões em junho de 2008: um ano e meio antes do previsto, já que essa era a projeção para 2010. Em fevereiro deste ano, a Cisco subiu a previsão para 15 milhões, mas, devido a esse último resultado, já pensa em rever esta meta[16]. Quanto ao volume de dados, o incremento foi de 56 vezes de 2002 até 2007. E a projeção é de um aumento de 8 vezes até 2012[17]; o número de conexões móveis cresceu de 233 mil para 1,31 milhão em um ano[18]; Sistemas gratuitos de banda larga sem fio (Wi-Fi) funcionam nas orlas de Copacabana, Ipanema e Leblon, nos Morros Santa Marta[19] e Cidade de Deus[20]. Estão nos planos: Rocinha e Baixada Fluminense.